Indústria em movimento
27 DE julho DE 2018 - 12:00

Rayflex adquire operações da alemã Hörmann no Brasil

A Rayflex, indústria brasileira com mais de 30 anos de experiência no setor de portas rápidas automáticas, seccionais e niveladoras de docas, acaba de adquirir as operações no Brasil da Hörmann, indústria alemã do mesmo segmento e líder mundial na fabricação de portas automáticas, batentes e niveladores de docas, com mais de 150 pontos de vendas no mundo, entre próprios e por meio de parceiros.

A partir de julho, toda comercialização da Hörmann, que possui fábricas altamente especializadas na Europa, América do Norte e Ásia, e que há mais de 10 anos operava no Brasil, ficará sob responsabilidade da Rayflex, que pretende ampliar ainda mais a presença em território nacional e América Latina, conquistando um crescimento de 35% nas vendas até o final do ano, sendo 15% por parte da Rayflex e 20% por parte da alemã.

“Apesar do momento econômico desafiador, acreditamos que haverá um aumento da exigência por processos produtivos mais ágeis e controlados, resultando no investimento em infraestrutura logística”, explica a diretora executiva da Rayflex, Giordânia R. Tavares.

“Desta forma, estamos ainda mais preparados para atender essa demanda, já que passamos a oferecer também as linhas de portas que antes eram fabricadas pela Hörmann, tais como linhas de portas de giro corta fogo, acústicas e de segurança, porta espiral e portas de aço de enrolar, por exemplo, que agora passam ser Hörmann-Rayflex”, explica, reforçando que, a partir de então, toda a equipe de operação, comercial e pós-venda da alemã passará por um treinamento e será homologada Rayflex.

A brasileira é atualmente uma das maiores fabricantes de portas rápidas, para docas e niveladores do País, com atuação em diferentes ambientes industriais, como alimentícios, farmacêuticos, automobilístico e metalúrgico, e nos últimos anos tem registrado um crescimento de 20% ao ano. O objetivo da compra é aumentar a oferta de produtos, o número de negócios e o índice de negociabilidade com as empresas. “Estamos em fase de fortalecimento. Atualmente possuímos 35% do mercado e a compra traz ainda mais valor a companhia”, finaliza Giordânia.

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