Indústria em movimento
16 DE maio DE 2019 - 17:13

Programa de reciclagem da Danone aumenta renda de catadores de MG e SP em 73,9%

O programa Novo Ciclo, de gestão de resíduos da Danone, coletou 78% das embalagens colocadas pela companhia em 2018, em peso equivalente. Além de contribuir para a economia circular, o Novo Ciclo também aumentou em 2,5 vezes a renda média dos catadores.

O programa, em parceria com a Fundação Avina, INSEA, Pragma e Redesol, abrange 76 cooperativas em 67 cidades nos estados de Minas Gerais e São Paulo e beneficia cerca de 1.400 catadores.

Desde o seu início, em 2012, a renda média desses profissionais passou de R$ 490,00 para R$ 1.197,00, 73,9% a mais do que a média nacional de R$ 690,00, conforme registrado pela Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE).

Um dos resultados mais expressivos do projeto aconteceu em fevereiro deste ano, quando quatro cooperativas do sul de Minas Gerais venderam uma carga conjunta de quase 6 toneladas de PET para a indústria recicladora. A negociação resultou em um aumento de 26% versus o valor médio do material, além de fortalecer as lideranças das cooperativas para acessar diretamente a indústria.

“A sustentabilidade faz parte do DNA da Danone e o Novo Ciclo é um exemplo de como colocamos em prática o que chamamos de ‘Projeto Duplo’, que estabelece um modelo de negócio que promove o sucesso econômico vinculado a avanços sociais. É um programa que tem um impacto positivo na vida de milhares de pessoas e também no meio ambiente”, afirma Luiza Yang, Gerente de Sustentabilidade e responsável pelo Novo Ciclo da Danone.

Dados da calculadora ambiental desenvolvida pelo INSEA demonstram uma economia ambiental de R$ 350 milhões com a prática da reciclagem por meio das cooperativas apoiadas pelo projeto entre 2016 e 2018.

O valor é referente à economia no uso de água, energia, barris de petróleo, custo de aterramento entre outros, quando utilizadas resinas recicladas versus resinas virgens na produção de embalagens e demais produtos.

Além disso, a Danone é um dos principais parceiros da iniciativa New Plastics Economy da Ellen MacArthur Foundation, que trabalha para repensar e redesenhar o futuro dos plásticos, começando com a embalagem. Ou seja, a Fundação acelera a transição para uma economia circular, construindo uma estrutura para uma economia que seja restauradora e regenerativa.

“Os princípios da economia circular estão nos ajudando a transformar a maneira como produzimos, distribuímos e consumimos. Essa premissa está inserida na Revolução Alimentar da Danone. Ao mesmo tempo em que promovemos soluções inclusivas, impulsionar o progresso social, onde é o centro para a visão Danone One Planet. One Health. A nossa ambição é criar e compartilhar valor sustentável”, destaca Ligia Camargo, Head de Sustentabilidade e Comunicação da Danone.

Por meio da sua Revolução Alimentar, a Danone quer impactar uma geração inteira, incentivado uma verdadeira mudança no mundo por meio das nossas escolhas diárias. Escolhas que podem fazer a diferença na vida de muitas pessoas, pois cada vez que você escolhe algo para comer ou para beber, você está votando pelo mundo que quer viver.

Com um portfólio que atende pessoas de todas as idades, a Danone se preocupa com todos os elos da cadeia e foca em qualidade e segurança alimentar, sustentabilidade, inovação social e meio ambiente, com a missão de levar saúde por meio da alimentação ao maior número de pessoas.

A Danone tem uma estratégia de redução de impacto ao meio ambiente, e trabalha com ciclos voltados para consumo de água, redução de emissão de carbono, redução de impacto de embalagem e promoção de agricultura sustentável, e com isso promove melhores escolhas para seus consumidores todos os dias. Essa é a Revolução Alimentar da Danone!

NewsLetter

Cadastre-se e receba nossas notícias por e-mail.