Reflexões da Redação
Calor

O calor insuportável e o consumo de energia elétrica

As elevadas temperaturas estão obrigando as pessoas a buscarem alternativas para se refrescar, nem que seja por uns minutinhos para aplacar o calor insuportável. Antonina, no Paraná, por exemplo, registrou, em meados de dezembro, a sensação térmica superior a 80 graus. Em 30 de janeiro o ONS registrou mais um recorde de carga no SIN, em função das altas temperaturas no país. Nas ruas as pessoas se socorrem das sombras das árvores, marquises e lojas. No transporte público, a sorte dos passageiros é encontrar um ônibus e um trem refrigerados. Nas residências, a grande maioria das pessoas ainda tem que conviver na esperança diária de uma brisa ou um ventilador. Entretanto, segundo a Eletros, cada vez mais as pessoas estão buscando o ar-condicionado como opção. “Ao longo do tempo, o equipamento deixou de ser um item de luxo por estar ligado diretamente à qualidade de vida”, diz Arnaldo Parra, da Abrava. Sobre o consumo, ele cita que já existem no mercado aparelhos que já melhoram esta questão. [clique no título para ler a íntegra]

Bolsonaro eleito

Governo deveria adotar o ‘quiet period’

A expressão ‘quiet period’, originária do mercado norte-americano, refere-se a um determinado período de silêncio adotado por corporações, especialmente por aquelas têm papéis nas bolsas, na época de elaboração dos seus balanços anuais, não fazendo pronunciamentos para que não ocorram especulações antes da publicação oficial. Transportando esta prática para o atual momento de chegada do novo governo ao Planalto, seria interessante que se decretasse um período de silêncio, evitando informações desencontradas, como as dos primeiros dias do ano. As mais recentes ‘cabeçadas’ têm trazido agitação momentânea (até o desmentido) em segmentos da sociedade, que aguardam ansiosamente medidas que contribuam para o desenvolvimento do país. Em nossa leiga opinião, o momento exige que sejam divulgadas informações efetivas somente após um amplo debate e consenso entre os especialistas e ministros empossados, evitando a necessidade de se desfazer o ‘ato falho’. Ou seja, sugerimos - se é que podemos - que seja adotado o ‘quiet period’, pelo menos até a conclusão das medidas do programa de Governo. [clique no título para ler a íntegra]

Caio Megale

Novo olhar sobre a indústria

Não foram poucas as vezes que recebemos manifestações de líderes do setor industrial sobre a falta de interesse dos governantes em estabelecer políticas capazes de fortalecer a competitividade das empresas. A grita sempre girou em torno de uma política industrial que fosse capaz de dar vida às empresas, melhorando a economia e gerando empregos. Ao longo dos anos, as indústrias têm convivido com o famigerado Custo Brasil, representado por regras, impostos e taxas que amarram as empresas, redundando no fechamento de milhares de portas e de postos de trabalho. Neste contexto, Caio Megale, que chefiará a Secretaria de Indústria, Comércio e Inovação do futuro Ministério da Economia, deixou transparecer posições que se aproximam do caminho almejado pelos empresários: o diálogo antes das medidas. Ele diz que o seu principal papel será diagnosticar os problemas no setor produtivo e propor soluções e políticas, retirando as muletas que foram criadas e que não deram resultados. Diante disso, renovam-se as esperanças das empresas, dos brasileiros e do país de que o ambiente dos negócios vai melhorar, reforçando, assim, a busca de todos por um Brasil mais justo e com oportunidades renovadas para o desenvolvimento sustentável. [clique no título para ler a íntegra]

pesquisa

No caminho certo

Pesquisa realizada pela CNI com 2 mil pessoas em 127 municípios do país mostra que 75% dos brasileiros dizem que o novo governo está no caminho certo, enfatizando a prioridade de se melhorar os serviços de saúde, estimular a criação de empregos e combater a corrupção, a violência e a criminalidade. Numa análise mais detalhada, é possível perceber que 64% dos entrevistados acreditam que o governo, que toma posse em janeiro, será ótimo ou bom. Esse otimismo é maior entre os homens e os que têm maior renda familiar. Essas categorias dizem que o governo será ótimo ou bom para 69% dos homens e para 72% dos que recebem cinco salários mínimos ou mais. O percentual cai para 61% entre as mulheres e para 58% entre aqueles com renda familiar de até um salário mínimo. As boas perspectivas ajudaram a melhorar o otimismo em relação ao futuro: 69% dos entrevistados afirmam que a própria vida vai melhorar ou vai melhorar muito em 2019. Além disso, 66% acreditam que a situação econômica do Brasil vai melhorar ou melhorar muito. Neste contexto, este portal conclui que as premissas apresentadas até aqui são importantes e aguçam a sensação de otimismo e esperança dos brasileiros, porém ainda há um longo caminho a percorrer. [clique no título para ler a íntegra]

Bandeira Brasil

Novo governo, desafios grandiosos

Com a proximidade da data de posse do novo Presidente da República, o país vive um momento de grande expectativa pela confirmação da retomada da atividade econômica e do crescimento. Como já se nota, o Brasil está saindo aos poucos da crise provocada por governos inconsequentes e que, por anos a fio, usaram e abusaram da corrupção. Neste contexto, destacamos nesta reflexão alguns itens que indicam certo otimismo do mercado, com previsões de novos investimentos e novos lançamentos que começam a esboçar um cenário positivo e promissor para o novo período. Aqui tratamos, também, do aumento da confiança do empresariado industrial, da previsão do PIB para 2019 (melhor que os 'pibinhos' anteriores), da inflação sob controle e da taxa de juros em um patamar palatável. Tratamos do assustador índice de 26,7% de brasileiros que vivem na linha da pobreza e do ainda elevado número de desempregados. Citamos o novo ambiente político que hoje oferece condições mais favoráveis para as reformas e concluímos afirmando que, apesar dos desafios que o novo governo tem pela frente, a esperança dos brasileiros se renova. [clique no título para ler a íntegra]

Esperança

A luta contra a corrupção

A confirmação do juiz federal Sérgio Moro para o Ministério da Justiça evidencia a orientação do novo governo para as questões relacionadas à corrupção e ao crime organizado. Em sua primeira nota pública, Moro escreveu: “a perspectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção e anticrime organizado, com respeito à Constituição, à lei e aos direitos, levaram-me a tomar esta decisão”. Ele concluiu dizendo que a Operação Lava Jato seguirá em Curitiba. Renegado por quem já sabíamos que renegariam, a escolha e o aceite vieram em muito boa hora, visto que o Brasil precisa, sim, de homens que queiram, de verdade, combater esta doença, que quase leva o país ao fundo do poço. Nas urnas os brasileiros já deram o recado e conseguiram aposentar - mesmo que temporariamente - muitos políticos, velhas raposas que, comandando seus partidos, determinavam os destinos das eleições. Em 2017, a palavra corrupção foi “a palavra do ano” por 37% dos cidadãos brasileiros. A chegada de um governo compromissado com o respeito à Constituição, à Democracia e às Liberdades nos leva a acreditar que viveremos um novo ambiente a partir do ano que vem. É importante que não se perca a esperança de termos um país melhor daqui para frente. [clique no título para a ler a íntegra]

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