Reflexões da Redação
Bolsonaro eleito

O Brasil e o novo Presidente

A maioria dos brasileiros acaba de escolher seu novo Presidente da República que, em seu primeiro discurso, assumiu o compromisso de governar o Brasil priorizando o respeito à Constituição, à Democracia e às Liberdades. Neste contexto, é importante que o escolhido coloque a Nação à frente de tudo, priorizando as pessoas e as empresas que fazem a engrenagem funcionar. Assim, pelo que foi possível depreender até o momento, entendemos que o país não vai parar diante dos inescrupulosos que tentam atrapalhar o caminho do desenvolvimento e da devolução da dignidade aos cidadãos. O novo presidente tem deixado claro que pretende reduzir os elevados custos e déficit provocados pela máquina pública, promovendo uma drástica redução no número de ministérios e buscando, para isso, enfrentar o corporativismo, as trocas de apoios por cargos e os favorecimentos. Mesmo não conhecendo efetivamente suas propostas, pelo que se depreende das primeiras palavras, é possível antever para os próximos anos um período de política econômica forte - com destaque para as reformas e as privatizações - capaz de dar respostas que devolvam às empresas a possibilidade de voltarem a competir tanto no mercado interno como no externo. [clique no título para ler a íntegra]

Infraestrutura Brasil

Infraestrutura requer investimentos de R$ 1,7 trilhão

Que a infraestrutura de transporte no Brasil é degradada e ineficiente todo mundo já sabia. Entretanto, o que, provavelmente, não se conhecia é o quanto é preciso para a solução de todos os problemas que, há décadas, promovem o atraso no desenvolvimento do país. Um estudo da CNT identificou que o Brasil precisa de mais de R$ 1,7 trilhão para solucionar e modernizar a infraestrutura de transporte. O Plano identifica um conjunto de intervenções em todos os modais - rodoviário, ferroviário, aquaviário e aéreo, além do transporte público urbano -, visando a promover, da forma mais conveniente e com os menores tempo e custo, o deslocamento de pessoas e bens. As propostas apontam a infraestrutura de transporte ideal, de forma a ampliar a capacidade e a eficiência logística do Brasil. Neste contexto, a Abdib também preparou uma agenda que prioriza um conjunto de avaliações e recomendações para aumentar o nível de investimento em infraestrutura no Brasil, com o objetivo de dialogar com autoridades e instituições públicas e privadas durante e depois do período eleitoral. Fica evidente, portanto, que o buraco é muito maior do que se imaginava, e que a tendência é o país parar por falta de meios para escoar suas riquezas. [clique no título para ler a íntegra]

Brasil outro mundo Herta

Brasil, um país do outro mundo

A jurista Herta Daubler-Gmelin, que foi ministra da Justiça da Alemanha entre 1998 e 2002, esteve no Brasil no ano passado para um debate sobre democracia. Entrevistada, afirmou que nunca aconteceria na Alemanha de um presidente alvo de denúncia por suspeitas de corrupção não renunciar imediatamente ao cargo. "O Brasil é outro mundo", ressalvou. Um destacado jornalista brasileiro, diante de notícias estranhas, sempre lembra: “existem países do primeiro mundo, do terceiro mundo e o Brasil, que é do outro mundo”. Realmente, há exemplos gritantes que nos fazem acreditar nisso, como o caso do deputado que, condenado e preso em regime semiaberto, trabalha na Câmara Federal durante o dia e à noite volta para a penitenciária. Como esse exemplo, tem muita coisa acontecendo na política que não se explica e que a Justiça não resolve com a celeridade necessária. É o caso gritante que estamos vivenciando às vésperas das eleições: um condenado em segunda instância, cumprindo pena em regime fechado, lança sua candidatura à presidência da República. Situações assim trazem consequências graves para o país, gerando mais instabilidade política, jurídica e, principalmente, econômica. [clique no título para ler a íntegra]

Eleições 2018

Apesar do desalento, eleição pode trazer redenção

Cansados de tanta frustração, os brasileiros se esforçam para acreditar que as eleições de outubro possibilitarão o surgimento de pessoas e propostas que tirem o Brasil do buraco. Entretanto, faltando dois meses para a realização do primeiro turno, o cenário continua confuso, sem qualquer novidade que nos permita vislumbrar mudanças, nem mesmo na sórdida divisão entre nós e eles. Muito pelo contrário, o que se viu e ouviu até aqui foram ideias continuístas e promessas que não passam do mais do mesmo. Aliás, só uma coisa é certa: a renovação no Congresso Nacional será menor do que se precisava. Podemos entrar em 2019 esperando por um milagre, mesmo sabendo que ele não existe. Pior para o Brasil que, em meio à crise política e econômica sem precedentes e à corrupção desenfreada, tem vivido, nos últimos anos, um processo quase que diário de destruição da esperança de se transformar num país melhor para seu povo. Da mesma forma que os cidadãos comuns, os empresários da indústria, do comércio e dos serviços anseiam por uma reviravolta no atual quadro, para que o país retorne à situação de normalidade, com a volta dos investimentos, do crédito e de políticas sérias que permitam a retomada da produtividade e da capacidade de competir. [clique no título para ler a íntegra]

Recessão 2016

Brasil, um país ladeira abaixo?

A situação do Brasil tem assumido contornos insustentáveis. Em pleno ano de eleições, quando a nação deveria estar mobilizada para um debate democrático pela retomada da estabilidade política e pelo crescimento econômico, o que se vê é justamente o contrário. Os políticos desapareceram das discussões no Congresso e agora, após as festas juninas, só têm se dedicado a acompanhar a Copa e a visitar suas bases eleitorais, numa tentativa de conquistarem a reeleição. Ou seja, até o final do ano, nada mais se deve esperar dos deputados e senadores. Triste sina de um país e de seu povo que tanto clamam por reformas fundamentais e urgentes na Saúde, Educação, Previdência, Infraestrutura - e em tudo mais - para que seja possível a retomada da empregabilidade e da vida digna. De parte do Executivo, então, provavelmente nada mais vai acontecer. Um presidente fraco, sem apoio do Congresso e da população, dificilmente tomará medidas que possam mudar a atual situação. Em verdade, estamos num mato sem cachorro, rezando para 2019 chegar logo para que possamos nos ver livres de toda essa corja que só se lambuza nas poucas aparições e manifestações. [clique no título para ler a íntegra]

Voto 2018

Inovação, também na política

É compreensão geral de que quem não promover inovação nos processos produtivos e administrativos perderá a condição de competir. Aliás, inovar é a palavra que deveria nortear todos os segmentos. Os processos criativos nas artes, na educação, na saúde, enfim, em tudo, é que determinam a evolução. Assim, vale a pena refletir também sobre o que vem ocorrendo no Brasil, principalmente com seus gestores, que têm provocado o afastamento cada vez maior das pessoas do debate político. O recente episódio dos caminhoneiros desnudou a fraqueza e a falta de capacidade de nossas lideranças que deixaram de tomar providências acertadas e rápidas, causando sofrimento à população, que se viu às voltas com a falta de combustíveis e o consequente “quase” desabastecimento. Em agosto começam as campanhas eleitorais, quando seremos submetidos a promessas infundadas. Caberá a cada um de nós procurar conhecer a história dos candidatos e entender por que eles querem seu voto. É difícil, mas temos que errar menos do que já erramos. É momento, portanto, de os brasileiros promoverem uma mudança na política, não somente substituindo as pessoas, mas exigindo postura ética, transparente e inovadora de quem venha a assumir as novas funções. Que sejam capazes de promover o encontro do país com a modernidade na política. [clique no título para ler a íntegra]

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