Reflexões da Redação
pesquisa

No caminho certo

Pesquisa realizada pela CNI com 2 mil pessoas em 127 municípios do país mostra que 75% dos brasileiros dizem que o novo governo está no caminho certo, enfatizando a prioridade de se melhorar os serviços de saúde, estimular a criação de empregos e combater a corrupção, a violência e a criminalidade. Numa análise mais detalhada, é possível perceber que 64% dos entrevistados acreditam que o governo, que toma posse em janeiro, será ótimo ou bom. Esse otimismo é maior entre os homens e os que têm maior renda familiar. Essas categorias dizem que o governo será ótimo ou bom para 69% dos homens e para 72% dos que recebem cinco salários mínimos ou mais. O percentual cai para 61% entre as mulheres e para 58% entre aqueles com renda familiar de até um salário mínimo. As boas perspectivas ajudaram a melhorar o otimismo em relação ao futuro: 69% dos entrevistados afirmam que a própria vida vai melhorar ou vai melhorar muito em 2019. Além disso, 66% acreditam que a situação econômica do Brasil vai melhorar ou melhorar muito. Neste contexto, este portal conclui que as premissas apresentadas até aqui são importantes e aguçam a sensação de otimismo e esperança dos brasileiros, porém ainda há um longo caminho a percorrer. [clique no título para ler a íntegra]

Bandeira Brasil

Novo governo, desafios grandiosos

Com a proximidade da data de posse do novo Presidente da República, o país vive um momento de grande expectativa pela confirmação da retomada da atividade econômica e do crescimento. Como já se nota, o Brasil está saindo aos poucos da crise provocada por governos inconsequentes e que, por anos a fio, usaram e abusaram da corrupção. Neste contexto, destacamos nesta reflexão alguns itens que indicam certo otimismo do mercado, com previsões de novos investimentos e novos lançamentos que começam a esboçar um cenário positivo e promissor para o novo período. Aqui tratamos, também, do aumento da confiança do empresariado industrial, da previsão do PIB para 2019 (melhor que os 'pibinhos' anteriores), da inflação sob controle e da taxa de juros em um patamar palatável. Tratamos do assustador índice de 26,7% de brasileiros que vivem na linha da pobreza e do ainda elevado número de desempregados. Citamos o novo ambiente político que hoje oferece condições mais favoráveis para as reformas e concluímos afirmando que, apesar dos desafios que o novo governo tem pela frente, a esperança dos brasileiros se renova. [clique no título para ler a íntegra]

Esperança

A luta contra a corrupção

A confirmação do juiz federal Sérgio Moro para o Ministério da Justiça evidencia a orientação do novo governo para as questões relacionadas à corrupção e ao crime organizado. Em sua primeira nota pública, Moro escreveu: “a perspectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção e anticrime organizado, com respeito à Constituição, à lei e aos direitos, levaram-me a tomar esta decisão”. Ele concluiu dizendo que a Operação Lava Jato seguirá em Curitiba. Renegado por quem já sabíamos que renegariam, a escolha e o aceite vieram em muito boa hora, visto que o Brasil precisa, sim, de homens que queiram, de verdade, combater esta doença, que quase leva o país ao fundo do poço. Nas urnas os brasileiros já deram o recado e conseguiram aposentar - mesmo que temporariamente - muitos políticos, velhas raposas que, comandando seus partidos, determinavam os destinos das eleições. Em 2017, a palavra corrupção foi “a palavra do ano” por 37% dos cidadãos brasileiros. A chegada de um governo compromissado com o respeito à Constituição, à Democracia e às Liberdades nos leva a acreditar que viveremos um novo ambiente a partir do ano que vem. É importante que não se perca a esperança de termos um país melhor daqui para frente. [clique no título para a ler a íntegra]

Bolsonaro eleito

O Brasil e o novo Presidente

A maioria dos brasileiros acaba de escolher seu novo Presidente da República que, em seu primeiro discurso, assumiu o compromisso de governar o Brasil priorizando o respeito à Constituição, à Democracia e às Liberdades. Neste contexto, é importante que o escolhido coloque a Nação à frente de tudo, priorizando as pessoas e as empresas que fazem a engrenagem funcionar. Assim, pelo que foi possível depreender até o momento, entendemos que o país não vai parar diante dos inescrupulosos que tentam atrapalhar o caminho do desenvolvimento e da devolução da dignidade aos cidadãos. O novo presidente tem deixado claro que pretende reduzir os elevados custos e déficit provocados pela máquina pública, promovendo uma drástica redução no número de ministérios e buscando, para isso, enfrentar o corporativismo, as trocas de apoios por cargos e os favorecimentos. Mesmo não conhecendo efetivamente suas propostas, pelo que se depreende das primeiras palavras, é possível antever para os próximos anos um período de política econômica forte - com destaque para as reformas e as privatizações - capaz de dar respostas que devolvam às empresas a possibilidade de voltarem a competir tanto no mercado interno como no externo. [clique no título para ler a íntegra]

Infraestrutura Brasil

Infraestrutura requer investimentos de R$ 1,7 trilhão

Que a infraestrutura de transporte no Brasil é degradada e ineficiente todo mundo já sabia. Entretanto, o que, provavelmente, não se conhecia é o quanto é preciso para a solução de todos os problemas que, há décadas, promovem o atraso no desenvolvimento do país. Um estudo da CNT identificou que o Brasil precisa de mais de R$ 1,7 trilhão para solucionar e modernizar a infraestrutura de transporte. O Plano identifica um conjunto de intervenções em todos os modais - rodoviário, ferroviário, aquaviário e aéreo, além do transporte público urbano -, visando a promover, da forma mais conveniente e com os menores tempo e custo, o deslocamento de pessoas e bens. As propostas apontam a infraestrutura de transporte ideal, de forma a ampliar a capacidade e a eficiência logística do Brasil. Neste contexto, a Abdib também preparou uma agenda que prioriza um conjunto de avaliações e recomendações para aumentar o nível de investimento em infraestrutura no Brasil, com o objetivo de dialogar com autoridades e instituições públicas e privadas durante e depois do período eleitoral. Fica evidente, portanto, que o buraco é muito maior do que se imaginava, e que a tendência é o país parar por falta de meios para escoar suas riquezas. [clique no título para ler a íntegra]

Brasil outro mundo Herta

Brasil, um país do outro mundo

A jurista Herta Daubler-Gmelin, que foi ministra da Justiça da Alemanha entre 1998 e 2002, esteve no Brasil no ano passado para um debate sobre democracia. Entrevistada, afirmou que nunca aconteceria na Alemanha de um presidente alvo de denúncia por suspeitas de corrupção não renunciar imediatamente ao cargo. "O Brasil é outro mundo", ressalvou. Um destacado jornalista brasileiro, diante de notícias estranhas, sempre lembra: “existem países do primeiro mundo, do terceiro mundo e o Brasil, que é do outro mundo”. Realmente, há exemplos gritantes que nos fazem acreditar nisso, como o caso do deputado que, condenado e preso em regime semiaberto, trabalha na Câmara Federal durante o dia e à noite volta para a penitenciária. Como esse exemplo, tem muita coisa acontecendo na política que não se explica e que a Justiça não resolve com a celeridade necessária. É o caso gritante que estamos vivenciando às vésperas das eleições: um condenado em segunda instância, cumprindo pena em regime fechado, lança sua candidatura à presidência da República. Situações assim trazem consequências graves para o país, gerando mais instabilidade política, jurídica e, principalmente, econômica. [clique no título para ler a íntegra]

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