Reflexões da Redação
Caio Megale

Novo olhar sobre a indústria

Não foram poucas as vezes que recebemos manifestações de líderes do setor industrial sobre a falta de interesse dos governantes em estabelecer políticas capazes de fortalecer a competitividade das empresas. A grita sempre girou em torno de uma política industrial que fosse capaz de dar vida às empresas, melhorando a economia e gerando empregos. Ao longo dos anos, as indústrias têm convivido com o famigerado Custo Brasil, representado por regras, impostos e taxas que amarram as empresas, redundando no fechamento de milhares de portas e de postos de trabalho. Neste contexto, Caio Megale, que chefiará a Secretaria de Indústria, Comércio e Inovação do futuro Ministério da Economia, deixou transparecer posições que se aproximam do caminho almejado pelos empresários: o diálogo antes das medidas. Ele diz que o seu principal papel será diagnosticar os problemas no setor produtivo e propor soluções e políticas, retirando as muletas que foram criadas e que não deram resultados. Diante disso, renovam-se as esperanças das empresas, dos brasileiros e do país de que o ambiente dos negócios vai melhorar, reforçando, assim, a busca de todos por um Brasil mais justo e com oportunidades renovadas para o desenvolvimento sustentável. [clique no título para ler a íntegra]

pesquisa

No caminho certo

Pesquisa realizada pela CNI com 2 mil pessoas em 127 municípios do país mostra que 75% dos brasileiros dizem que o novo governo está no caminho certo, enfatizando a prioridade de se melhorar os serviços de saúde, estimular a criação de empregos e combater a corrupção, a violência e a criminalidade. Numa análise mais detalhada, é possível perceber que 64% dos entrevistados acreditam que o governo, que toma posse em janeiro, será ótimo ou bom. Esse otimismo é maior entre os homens e os que têm maior renda familiar. Essas categorias dizem que o governo será ótimo ou bom para 69% dos homens e para 72% dos que recebem cinco salários mínimos ou mais. O percentual cai para 61% entre as mulheres e para 58% entre aqueles com renda familiar de até um salário mínimo. As boas perspectivas ajudaram a melhorar o otimismo em relação ao futuro: 69% dos entrevistados afirmam que a própria vida vai melhorar ou vai melhorar muito em 2019. Além disso, 66% acreditam que a situação econômica do Brasil vai melhorar ou melhorar muito. Neste contexto, este portal conclui que as premissas apresentadas até aqui são importantes e aguçam a sensação de otimismo e esperança dos brasileiros, porém ainda há um longo caminho a percorrer. [clique no título para ler a íntegra]

Bandeira Brasil

Novo governo, desafios grandiosos

Com a proximidade da data de posse do novo Presidente da República, o país vive um momento de grande expectativa pela confirmação da retomada da atividade econômica e do crescimento. Como já se nota, o Brasil está saindo aos poucos da crise provocada por governos inconsequentes e que, por anos a fio, usaram e abusaram da corrupção. Neste contexto, destacamos nesta reflexão alguns itens que indicam certo otimismo do mercado, com previsões de novos investimentos e novos lançamentos que começam a esboçar um cenário positivo e promissor para o novo período. Aqui tratamos, também, do aumento da confiança do empresariado industrial, da previsão do PIB para 2019 (melhor que os 'pibinhos' anteriores), da inflação sob controle e da taxa de juros em um patamar palatável. Tratamos do assustador índice de 26,7% de brasileiros que vivem na linha da pobreza e do ainda elevado número de desempregados. Citamos o novo ambiente político que hoje oferece condições mais favoráveis para as reformas e concluímos afirmando que, apesar dos desafios que o novo governo tem pela frente, a esperança dos brasileiros se renova. [clique no título para ler a íntegra]

Esperança

A luta contra a corrupção

A confirmação do juiz federal Sérgio Moro para o Ministério da Justiça evidencia a orientação do novo governo para as questões relacionadas à corrupção e ao crime organizado. Em sua primeira nota pública, Moro escreveu: “a perspectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção e anticrime organizado, com respeito à Constituição, à lei e aos direitos, levaram-me a tomar esta decisão”. Ele concluiu dizendo que a Operação Lava Jato seguirá em Curitiba. Renegado por quem já sabíamos que renegariam, a escolha e o aceite vieram em muito boa hora, visto que o Brasil precisa, sim, de homens que queiram, de verdade, combater esta doença, que quase leva o país ao fundo do poço. Nas urnas os brasileiros já deram o recado e conseguiram aposentar - mesmo que temporariamente - muitos políticos, velhas raposas que, comandando seus partidos, determinavam os destinos das eleições. Em 2017, a palavra corrupção foi “a palavra do ano” por 37% dos cidadãos brasileiros. A chegada de um governo compromissado com o respeito à Constituição, à Democracia e às Liberdades nos leva a acreditar que viveremos um novo ambiente a partir do ano que vem. É importante que não se perca a esperança de termos um país melhor daqui para frente. [clique no título para a ler a íntegra]

Bolsonaro eleito

O Brasil e o novo Presidente

A maioria dos brasileiros acaba de escolher seu novo Presidente da República que, em seu primeiro discurso, assumiu o compromisso de governar o Brasil priorizando o respeito à Constituição, à Democracia e às Liberdades. Neste contexto, é importante que o escolhido coloque a Nação à frente de tudo, priorizando as pessoas e as empresas que fazem a engrenagem funcionar. Assim, pelo que foi possível depreender até o momento, entendemos que o país não vai parar diante dos inescrupulosos que tentam atrapalhar o caminho do desenvolvimento e da devolução da dignidade aos cidadãos. O novo presidente tem deixado claro que pretende reduzir os elevados custos e déficit provocados pela máquina pública, promovendo uma drástica redução no número de ministérios e buscando, para isso, enfrentar o corporativismo, as trocas de apoios por cargos e os favorecimentos. Mesmo não conhecendo efetivamente suas propostas, pelo que se depreende das primeiras palavras, é possível antever para os próximos anos um período de política econômica forte - com destaque para as reformas e as privatizações - capaz de dar respostas que devolvam às empresas a possibilidade de voltarem a competir tanto no mercado interno como no externo. [clique no título para ler a íntegra]

Ignorância imagem

“A ingnorância é que astravanca o pogressio”

No momento em que o país se prepara para escolher o novo presidente, estamos repetindo esta reflexão sobre a ignorância. Vamos lá: caminhando pelas redondezas, notamos um antigo salão em reforma. Perguntados sobre o que seria ali, os trabalhadores disseram que seria um bingo. E completaram: “bingo é proibido em outros países; aqui pode funcionar”. O episódio nos remete ao bordão “a ignorância é que atravanca o progresso”, popularizada por Odorico Paraguaçú - ou por Bertoldo Brecha, na escolinha de Chico Anísio. O professor da USP Paulo Ghiraldelli, destaca que é urgente impedir semicultos de propagar bobagens. Ele cita a filósofa Hannah Arendt que dizia que os semicultos “falam pelos cotovelos e conquistam os ignorantes para a adesão da informação errada”, o que se encaixa na nossa preocupação com parte da população brasileira que, pouco interessada em informações confiáveis, fala o que lhe vem à cabeça. A ausência de um Estado preocupado em formar cidadãos acaba formando pessoas desinformadas e ignorantes, que não atentam que a situação atinge toda sociedade e chega às empresas, à economia e à política. [clique no título para ler a íntegra]

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