Reflexões da Redação
Transporte trem

Infraestrutura não pode ser bicho de sete cabeças

Não é de hoje que se fala da retomada da malha ferroviária de média distância para transporte de passageiros, especialmente entre cidades próximas da região metropolitana de São Paulo. O assunto está de volta às manchetes com o novo governador do estado, que anunciou intenção de retomar as ligações os projetos. A ideia, que chegou a ser tratada também no governo Alckmin, agora deverá vir com a adoção de uma Parceria-Público-Privada, seguida de concessão, com a participação de investidores estrangeiros, visando utilizar os trilhos já existentes. Obras como essa, que exigem grande folego, deveriam servir de incentivo para outros estados e regiões do país, pois representam melhoria para a combalida infraestrutura brasileira de transporte de passageiros. Para a Abdib, os investimentos em infraestrutura geram emprego, massa salarial, atividade econômica, arrecadação tributária, entre outros benefícios. Fica, assim, a esperança de que a infraestrutura não vire um bicho de sete cabeças e que não seja, mais uma vez, abandonada à sorte. [clique no título para ler a íntegra]

Bolsonaro eleito

Governo deveria adotar o ‘quiet period’

A expressão ‘quiet period’, originária do mercado norte-americano, refere-se a um determinado período de silêncio adotado por corporações, especialmente por aquelas têm papéis nas bolsas, na época de elaboração dos seus balanços anuais, não fazendo pronunciamentos para que não ocorram especulações antes da publicação oficial. Transportando esta prática para o atual momento de chegada do novo governo ao Planalto, seria interessante que se decretasse um período de silêncio, evitando informações desencontradas, como as dos primeiros dias do ano. As mais recentes ‘cabeçadas’ têm trazido agitação momentânea (até o desmentido) em segmentos da sociedade, que aguardam ansiosamente medidas que contribuam para o desenvolvimento do país. Em nossa leiga opinião, o momento exige que sejam divulgadas informações efetivas somente após um amplo debate e consenso entre os especialistas e ministros empossados, evitando a necessidade de se desfazer o ‘ato falho’. Ou seja, sugerimos - se é que podemos - que seja adotado o ‘quiet period’, pelo menos até a conclusão das medidas do programa de Governo. [clique no título para ler a íntegra]

Caio Megale

Novo olhar sobre a indústria

Não foram poucas as vezes que recebemos manifestações de líderes do setor industrial sobre a falta de interesse dos governantes em estabelecer políticas capazes de fortalecer a competitividade das empresas. A grita sempre girou em torno de uma política industrial que fosse capaz de dar vida às empresas, melhorando a economia e gerando empregos. Ao longo dos anos, as indústrias têm convivido com o famigerado Custo Brasil, representado por regras, impostos e taxas que amarram as empresas, redundando no fechamento de milhares de portas e de postos de trabalho. Neste contexto, Caio Megale, que chefiará a Secretaria de Indústria, Comércio e Inovação do futuro Ministério da Economia, deixou transparecer posições que se aproximam do caminho almejado pelos empresários: o diálogo antes das medidas. Ele diz que o seu principal papel será diagnosticar os problemas no setor produtivo e propor soluções e políticas, retirando as muletas que foram criadas e que não deram resultados. Diante disso, renovam-se as esperanças das empresas, dos brasileiros e do país de que o ambiente dos negócios vai melhorar, reforçando, assim, a busca de todos por um Brasil mais justo e com oportunidades renovadas para o desenvolvimento sustentável. [clique no título para ler a íntegra]

pesquisa

No caminho certo

Pesquisa realizada pela CNI com 2 mil pessoas em 127 municípios do país mostra que 75% dos brasileiros dizem que o novo governo está no caminho certo, enfatizando a prioridade de se melhorar os serviços de saúde, estimular a criação de empregos e combater a corrupção, a violência e a criminalidade. Numa análise mais detalhada, é possível perceber que 64% dos entrevistados acreditam que o governo, que toma posse em janeiro, será ótimo ou bom. Esse otimismo é maior entre os homens e os que têm maior renda familiar. Essas categorias dizem que o governo será ótimo ou bom para 69% dos homens e para 72% dos que recebem cinco salários mínimos ou mais. O percentual cai para 61% entre as mulheres e para 58% entre aqueles com renda familiar de até um salário mínimo. As boas perspectivas ajudaram a melhorar o otimismo em relação ao futuro: 69% dos entrevistados afirmam que a própria vida vai melhorar ou vai melhorar muito em 2019. Além disso, 66% acreditam que a situação econômica do Brasil vai melhorar ou melhorar muito. Neste contexto, este portal conclui que as premissas apresentadas até aqui são importantes e aguçam a sensação de otimismo e esperança dos brasileiros, porém ainda há um longo caminho a percorrer. [clique no título para ler a íntegra]

Bandeira Brasil

Novo governo, desafios grandiosos

Com a proximidade da data de posse do novo Presidente da República, o país vive um momento de grande expectativa pela confirmação da retomada da atividade econômica e do crescimento. Como já se nota, o Brasil está saindo aos poucos da crise provocada por governos inconsequentes e que, por anos a fio, usaram e abusaram da corrupção. Neste contexto, destacamos nesta reflexão alguns itens que indicam certo otimismo do mercado, com previsões de novos investimentos e novos lançamentos que começam a esboçar um cenário positivo e promissor para o novo período. Aqui tratamos, também, do aumento da confiança do empresariado industrial, da previsão do PIB para 2019 (melhor que os 'pibinhos' anteriores), da inflação sob controle e da taxa de juros em um patamar palatável. Tratamos do assustador índice de 26,7% de brasileiros que vivem na linha da pobreza e do ainda elevado número de desempregados. Citamos o novo ambiente político que hoje oferece condições mais favoráveis para as reformas e concluímos afirmando que, apesar dos desafios que o novo governo tem pela frente, a esperança dos brasileiros se renova. [clique no título para ler a íntegra]

Esperança

A luta contra a corrupção

A confirmação do juiz federal Sérgio Moro para o Ministério da Justiça evidencia a orientação do novo governo para as questões relacionadas à corrupção e ao crime organizado. Em sua primeira nota pública, Moro escreveu: “a perspectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção e anticrime organizado, com respeito à Constituição, à lei e aos direitos, levaram-me a tomar esta decisão”. Ele concluiu dizendo que a Operação Lava Jato seguirá em Curitiba. Renegado por quem já sabíamos que renegariam, a escolha e o aceite vieram em muito boa hora, visto que o Brasil precisa, sim, de homens que queiram, de verdade, combater esta doença, que quase leva o país ao fundo do poço. Nas urnas os brasileiros já deram o recado e conseguiram aposentar - mesmo que temporariamente - muitos políticos, velhas raposas que, comandando seus partidos, determinavam os destinos das eleições. Em 2017, a palavra corrupção foi “a palavra do ano” por 37% dos cidadãos brasileiros. A chegada de um governo compromissado com o respeito à Constituição, à Democracia e às Liberdades nos leva a acreditar que viveremos um novo ambiente a partir do ano que vem. É importante que não se perca a esperança de termos um país melhor daqui para frente. [clique no título para a ler a íntegra]

NewsLetter

Cadastre-se e receba nossas notícias por e-mail.