Reflexões da Redação
congresso nacional

Às favas com a reforma da Previdência

É obvio que gostaríamos que a reforma da Previdência fosse aprovada ainda neste ano, porém, da maneira como está sendo conduzida pelo Governo e pelos políticos, é melhor que seja deixada para que uma próxima gestão assuma esse trabalho. Refém de políticos retrógrados, Temer não conseguiu, até agora, conduzir a reforma, frustrando grande parte da sociedade. Os parlamentares dão as costas a empresários, economistas e especialistas, que afirmam que ela é um dos principais pilares do equilíbrio permanente das contas públicas, e a não aprovação colocará em risco o ajuste fiscal e a estabilidade alcançada até agora. Fica evidente, portanto, que votar a reforma da Previdência é fundamental para a retomada dos investimentos em infraestrutura, saúde, educação, moradia. Aliás, até a agência de risco S&P mandou seu recado. No entanto, nossos “líderes” estão dando preferência à sustentação do status quo, representado pela velha política do toma lá, dá cá, que, certamente, levará o país à falência definitiva de suas instituições. Ao indicar Cristiane Brasil ao Ministério do Trabalho, Temer está dando aval para que não se cumpram as leis trabalhistas. Se for para continuar assim, o melhor é que se mande às favas a reforma da Previdência, pois o Brasil não suporta mais ser enganado por barganhas que alimentam a corrupção. [clique no título para ler a íntegra]

Voto 2018

Ano de eleição pode trazer retrocessos ao Brasil

Um presidente fraco, sem reconhecimento popular e que alterna decisões positivas e negativas - com destaque para a desastrada indicação da nova ministra do Trabalho -, sem dúvida está promovendo uma grande desconfiança e receio de possíveis investidores internos e externos no Brasil. Apesar de todo o esforço da área econômica de demonstrar um quadro de crescimento e o possível afastamento da crise, os investidores precisam muito mais do que isso. A recente decisão da S&P, de reduzir a taxa de confiança no país para BB-, veio para confirmar o grau de preocupação dos investidores. Neste contexto, o Congresso Nacional não tem ajudado o país a criar um ambiente favorável aos investimentos. Pelo contrário, alimentam o clima de insegurança e afastam possíveis interessados. Há também um ingrediente que certamente vai complicar mais ainda este cenário de profundas incertezas: daqui nove meses teremos eleições no país. Os detentores do poder têm feito tanta coisa errada que não se deram conta de que estão despertando o interesse da população em torno de ideias que podem levar o país ao retrocesso. Diferente disso, o Brasil precisa agora de pessoas arejadas, com ideais verdadeiros que levem o país ao desenvolvimento sustentado, voltados aos interesses de seu povo, com prioridade à educação, saúde, trabalho, moradia e, acima de tudo, dignidade. [clique no título para ler a íntegra]

Crescimento

Indústria mostra recuperação ainda lenta

Ao que tudo indica, a indústria brasileira começa um processo de recuperação. Pelo menos é o mostram os dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) divulgados pelo IBGE, que registram que a produção industrial do país avançou 0,2% no mês de novembro passado, pouco acima das analises prévias de economistas. Diante desse desempenho, a indústria brasileira acumulou crescimento de 2,3% em 2017, com aumento de 2,2% nos 12 meses encerrados em novembro. É o melhor resultado em quatro anos nessa base de comparação. Segundo o IBGE, os principais resultados foram obtidos no setor de produtos farmoquímicos (6,5%), papel e celulose (+2,3%), metalurgia (+2,2%), perfumaria e higiene (+1,9%), produtos alimentício (+0,7%). Grande parte desses números reverte quedas anteriores e reforça a avaliação de que a indústria está mais forte e que o pior da crise está ficando para trás. Como disse o coordenador de indústria do IBGE, são resultados que mostram que a indústria está se recuperando, mas de forma gradual e lenta. Ele lembra que o setor ainda está muito distante de retomar as perdas dos últimos anos. Para efetivar esta recuperação, é preciso que o país crie as condições para garantir a continuidade dos investimentos privados na produção e na infraestrutura e isso depende de reformas como a da Previdência e outras medidas estruturais. [clique no título para ler a íntegra]

Legislação Trabalho

Nova Previdência trará o crescimento sustentado

Em evidência durante quase todo o ano passado, a reforma da Previdência chega a 2018 em meio a discussões e controvérsias. A luta para conseguir os 308 votos na Câmara - antes cogitada para outubro - foi adiada para dezembro e depois para o próximo dia 19 de fevereiro. Até lá, o governo deverá trabalhar muito para manter e conquistar votos dos parlamentares. Em pronunciamento na noite de Natal, o presidente Temer voltou a pedir apoio para aprovação, alegando que a proposta não é uma que questão partidária. Neste contexto, fica difícil compreender os motivos que levam boa parte dos deputados a fugir da responsabilidade, a não ser por puro revanchismo de políticos de oposicionistas ao atual governo, ou daqueles sem posição, unicamente pelo medo de não conseguirem a reeleição no pleito deste ano. Do ponto de vista do empresariado brasileiro e de analistas de mercado, aprovar a nova Previdência é fundamental para o desenvolvimento definitivo do país. Todos lembram que a economia está tomando o caminho da recuperação, e pedem o comprometimento dos parlamentares na aprovação da reforma, levando o Brasil para o caminho do crescimento sustentado. Destacam que a não aprovação trará consequências drásticas, pois alguns milhões de idosos serão expostos à inadimplência dos seus proventos, depois de toda uma vida de trabalho. [clique no título para ler a íntegra]

Reforma da Previdência

Reforma da Previdência já!

Pelas manifestações positivas de empresários, economistas e especialistas fica cada vez mais evidente que aprovar a reforma da Previdência é fundamental para o desenvolvimento definitivo do país. Todos destacam que a economia está tomando o caminho da recuperação, porém são unânimes em cobrar o comprometimento dos parlamentares na aprovação da reforma previdenciária, encaminhando o Brasil para o caminho do crescimento sustentado. Portanto, está sendo difícil compreender os motivos que levam boa parte dos deputados a fugirem da responsabilidade, a não ser por puro revanchismo de políticos de oposição, ou daqueles sem posição, unicamente pelo medo de não conseguirem a reeleição nas eleições do ano que vem. Como diz Robson Andrade, da CNI, a reforma da Previdência é um dos principais pilares do equilíbrio permanente das contas públicas, e a frustração colocará em risco o ajuste fiscal e a estabilidade alcançada até agora. Fernando Pimentel, da ABIT, afirma que o atual sistema previdenciário é a crônica de uma falência anunciada, e que é urgente iniciar a transição para o novo modelo. Assim, postergar as discussões para o ano que vem - como anda considerando o presidente Temer - será decretar o sepultamento da reforma da Previdência, pois os políticos (todos) estarão ocupados com suas campanhas eleitorais, afastando-se ainda mais de suas responsabilidades com o Brasil. [clique no título para ler a íntegra]

Tiririca

Tiririca envergonhado com os políticos brasileiros

Nossa última reflexão aqui neste espaço tratava da necessidade e da urgência de se votar a reforma da Previdência, e dizíamos que se não ocorresse agora, a chance de ser apreciada em 2018 - ano de eleições - seria praticamente nula. E justificávamos afirmando que a esmagadora maioria dos políticos morre de medo de não conseguir se reeleger, perdendo a boquinha, o salário, as mordomias e os empreguinhos dos seus apaniguados, deixando de lado o que é verdadeiramente importante para tirar o Brasil definitivamente do atoleiro em que foi metido. A recente atitude do Deputado Federal Tiririca veio para nos fazer acreditar que algo pode estar mudando no Congresso Nacional. Julguem importante ou não, Tiririca - eleito em 2010 e 2014, com resultados expressivos que ultrapassaram um milhão de votos - fez nesta semana o seu primeiro e último discurso em plenário. Decepcionado com a política, o artista popular anunciou que está abandonando a vida pública, classificando a atuação dos seus colegas deputados de vergonhosa. "Estou saindo triste para caramba. Estou saindo muito chateado, muito chateado mesmo com a nossa política, com o nosso Parlamento”, disse. Gostem ou não, ele disse o que todos os parlamentares sabem, mas preferem não se expor para manter a cômoda situação. Talvez sejamos tão ingênuos quanto Tiririca, acreditando que algo pode mudar. [clique no título para ler a íntegra]

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