Reflexões da Redação
População

Os brasileiros precisam já de uma nova Previdência

Revendo uma reflexão nossa, produzida há cerca de dois anos, e que tem sido buscada por um grande número de leitores, decidimos atualizar as informações que, no frigir dos ovos, pretendem mostra aos senhores políticos brasileiros que precisamos urgentemente promover as reformas que tanto o país precisa e clama. Não dá mais para esperar, por exemplo, a alteração das regras da Previdência, visto que a projeção demográfica do IBGE é que, daqui 28 anos, a população brasileira vai atingir seu limite máximo, estimado em 233 milhões. A partir daí, deverá parar de crescer e que, os idosos - com 65 anos ou mais - representarão 22,2% da população total, quase o dobro de hoje. Ou seja, a população, além de estar crescendo menos, está envelhecendo, o que carecerá de um cuidado muito especial. De outra parte, é possível concluir que o potencial da força de trabalho começará a reduzir, caindo, também, a contribuição previdenciária. Portanto, se nada for feito agora, como será o rombo daqui a 10, 20, 30 anos? O texto inicial para a reforma, apresentado pelo governo, pode não agradar a todos, porém tem que ser discutido e ajustado sem cores e partidarismos. Ou seja, não dá mais para empurrar com a barriga. [clique no título para ler a íntegra]

Geração Distribuida

A geração distribuída no Brasil

Cerca de 70% da energia elétrica que se consome no Brasil advém do que é gerado nas usinas hidrelétricas. Entre as vantagens dessa fonte estão o melhor custo, a baixa emissão de poluentes e o fato de ser renovável. Entretanto, dados do governo apontam que, até 2030, essa modalidade de geração deverá cair, pois, mesmo sendo renovável, já se antecipa que, em algum momento do futuro, os rios começarão a se esgotar. Ou seja, o Brasil tem que incentivar - e de maneira urgente - a remodelação de sua matriz energética, para que dependamos cada vez menos do regime de chuvas para a geração de energia elétrica. Dentre as alternativas, uma das que mais tem atraído a atenção é a solar fotovoltaica, pois oferece a possibilidade das pessoas gerarem sua própria energia, a denominada microgeração distribuída que, segundo pesquisa Ibope, já registra interesse de 89% dos brasileiros. A EPE destaca que o país terá em 2024 mais de 1 milhão de sistemas fotovoltaicos em funcionamento e que para 2030 o objetivo é alcançar 25 GW de capacidade instalada. Neste contexto, o MME acaba de lançar relatório sobre a geração distribuída. [clique no título para ler a íntegra]

Calor

O calor insuportável e o consumo de energia elétrica

As elevadas temperaturas estão obrigando as pessoas a buscarem alternativas para se refrescar, nem que seja por uns minutinhos para aplacar o calor insuportável. Antonina, no Paraná, por exemplo, registrou, em meados de dezembro, a sensação térmica superior a 80 graus. Em 30 de janeiro o ONS registrou mais um recorde de carga no SIN, em função das altas temperaturas no país. Nas ruas as pessoas se socorrem das sombras das árvores, marquises e lojas. No transporte público, a sorte dos passageiros é encontrar um ônibus e um trem refrigerados. Nas residências, a grande maioria das pessoas ainda tem que conviver na esperança diária de uma brisa ou um ventilador. Entretanto, segundo a Eletros, cada vez mais as pessoas estão buscando o ar-condicionado como opção. “Ao longo do tempo, o equipamento deixou de ser um item de luxo por estar ligado diretamente à qualidade de vida”, diz Arnaldo Parra, da Abrava. Sobre o consumo, ele cita que já existem no mercado aparelhos que já melhoram esta questão. [clique no título para ler a íntegra]

Ourominas Mineração Seco

Mineração a seco é alternativa sustentável

O rompimento da barragem de Brumadinho foi mais um alerta para que o modelo de mineração nacional seja repensado. Aliás, um recente relatório da ONU indica que esta tragédia humana em barragens poderá ser a pior já ocorrida no mundo. Para o diretor da Ourominas, Juarez Filho, tanto o caso de Brumadinho como o de Mariana, chamam para uma reflexão sobre o método de mineração a úmido, que produz rejeitos. Ele defende que a sustentabilidade deveria ser prioridade no setor de mineração e uma das alternativas é o beneficiamento a seco. De acordo com o IBRAM, já há um projeto da Vale em funcionamento no Pará desde 2017 e o objetivo da companhia é que até 2022 o estado tenha 70% da mineração de ferro a partir da técnica a seco. Juarez apresenta nesta matéria o inovador Eco Gold System Joares, método idealizado por ele que pode garantir economia hídrica e exclui a necessidade de uso de barragens. O relatório da ONU também diz que a alternativa mais segura a esse tipo de barragem é a armazenagem a seco de rejeitos, mas a técnica é mais custosa. [clique no título para ler a íntegra]

Transporte trem

Infraestrutura não pode ser bicho de sete cabeças

Não é de hoje que se fala da retomada da malha ferroviária de média distância para transporte de passageiros, especialmente entre cidades próximas da região metropolitana de São Paulo. O assunto está de volta às manchetes com o novo governador do estado, que anunciou intenção de retomar as ligações os projetos. A ideia, que chegou a ser tratada também no governo Alckmin, agora deverá vir com a adoção de uma Parceria-Público-Privada, seguida de concessão, com a participação de investidores estrangeiros, visando utilizar os trilhos já existentes. Obras como essa, que exigem grande folego, deveriam servir de incentivo para outros estados e regiões do país, pois representam melhoria para a combalida infraestrutura brasileira de transporte de passageiros. Para a Abdib, os investimentos em infraestrutura geram emprego, massa salarial, atividade econômica, arrecadação tributária, entre outros benefícios. Fica, assim, a esperança de que a infraestrutura não vire um bicho de sete cabeças e que não seja, mais uma vez, abandonada à sorte. [clique no título para ler a íntegra]

Bolsonaro eleito

Governo deveria adotar o ‘quiet period’

A expressão ‘quiet period’, originária do mercado norte-americano, refere-se a um determinado período de silêncio adotado por corporações, especialmente por aquelas têm papéis nas bolsas, na época de elaboração dos seus balanços anuais, não fazendo pronunciamentos para que não ocorram especulações antes da publicação oficial. Transportando esta prática para o atual momento de chegada do novo governo ao Planalto, seria interessante que se decretasse um período de silêncio, evitando informações desencontradas, como as dos primeiros dias do ano. As mais recentes ‘cabeçadas’ têm trazido agitação momentânea (até o desmentido) em segmentos da sociedade, que aguardam ansiosamente medidas que contribuam para o desenvolvimento do país. Em nossa leiga opinião, o momento exige que sejam divulgadas informações efetivas somente após um amplo debate e consenso entre os especialistas e ministros empossados, evitando a necessidade de se desfazer o ‘ato falho’. Ou seja, sugerimos - se é que podemos - que seja adotado o ‘quiet period’, pelo menos até a conclusão das medidas do programa de Governo. [clique no título para ler a íntegra]

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