Reflexões da Redação
Esperança

Brasileiro, profissão esperança

De tempos em tempos, a situação fica complicada do ponto de vista da política ou da economia no Brasil. Quando um segmento vai bem o outro tropeça. Em nossa leiga avaliação, o atual momento repete muito os defeitos históricos, visto que o Executivo e o Legislativo não se entendem. Apesar dessa distensão, algumas reformas tiveram êxito em 2019 e outras devem ser votadas no novo ano. A demora nas aprovações tem prejudicado novos investimentos e privatizações, provocando dificuldade de participação das empresas no processo de crescimento do país. A recente polarização política entre direita e esquerda atrapalhou mais ainda a possibilidade de o país retomar o desenvolvimento e devolver a seus cidadãos tudo que foi tomado ao longo do tempo como emprego, educação, saúde, moradia, segurança, infraestrutura e muito mais. Entretanto, acreditamos que, se os ponteiros se ajustarem e se as reformas Tributária e Administrativa, que estão na pauta do Congresso forem aprovadas, 2020 será um ano muito melhor, afinal somos brasileiros e nossa profissão será sempre esperança. [clique no título para ler a íntegra]

Ignorância imagem

“A ingnorância é que astravanca o pogressio”

Nos últimos tempos tem chamado muito nossa atenção como as pessoas têm agido no dia a dia. Parece que "tudo corre solto e cada um faz e diz o que lhe dá na telha". Agem como ignorantes e não atentam à profundidade dessa situação que se espalha por todos os segmentos da sociedade, chegando mesmo aos meios políticos, o que nos remeteu ao bordão “a ingnorância é que astravanca o pogressio”, popularizada por Odorico Paraguaçú ou por Bertoldo Brecha. Neste contexto, o professor Paulo Ghiraldelli diz que é urgente impedir semicultos de propagar bobagens. Ele cita a filósofa Hannah Arendt que dizia que os semicultos “falam pelos cotovelos e conquistam os ignorantes para a adesão da informação errada”, o que corrobora a preocupação com parte da população que, pouco interessada em informações confiáveis, fala o que lhe vem à cabeça. A ausência de um Estado preocupado com seus cidadãos acaba gerando ignorantes que não percebem que a situação atinge toda sociedade e chega às empresas, à economia e à política. [clique no título para ler a íntegra]

Brasil de luto

O Brasil de luto

A decisão de seis juízes do STF, que não representam os brasileiros, falou mais alto que o pensamento da grande maioria dos homens e mulheres de bem do país. Com isso, os corruptos deram mais uma cartada e venceram.

Jogo político

Jogo político atrasa retomada do crescimento do país

O Brasil vive mais uma vez momentos de grande instabilidade. Lideranças do Executivo e do Legislativo não se entendem e deixam claro que cada um puxa a corda para seu lado, gerando atos de polarização e extremismos e empurrando com a barriga os debates fundamentais para o crescimento do país, levando empresas a reduzir qualquer novo aporte, com reflexo direto, por exemplo, nos índices de produção industrial. Neste contexto, o último levantamento Focus/Banco Central aponta que a projeção para 2019 é de retração de 0,47%. Ao nosso ver, este dado evidencia que a demora para se tomar decisões tem gerado desalento nos empresários, que vivem à espera de uma reviravolta no atual quadro para que o país retorne à normalidade. Porém, somente uma mudança de postura poderá determinar a reversão da situação de abandono a que os cidadãos estão expostos. No entanto, o sentimento é que tudo vai ficar para a metade ou final do ano que vem. [clique no título para ler a íntegra]

Transporte trem

Infraestrutura não pode ser bicho de sete cabeças

Não é de hoje que se fala da retomada da malha ferroviária de média distância para transporte de passageiros, especialmente entre cidades próximas da região metropolitana de São Paulo. A ideia, apresentada no início do ano pelo atual governador do Estado, deverá vir através de Parceria-Público-Privada, seguida de concessão, com a participação de investidores estrangeiros, visando utilizar os trilhos já existentes. Obras como essa, que exigem grande folego, deveriam servir de incentivo para outras regiões do país, pois representam melhoria para a combalida infraestrutura brasileira de transporte de passageiros e também de carga. Para a Abdib, os investimentos em infraestrutura geram emprego, massa salarial, atividade econômica, arrecadação tributária, entre outros benefícios. Neste contexto, empresários e especialistas em transporte dizem que um país que despreza a infraestrutura está fadado a travar suas possibilidades de crescimento e torcem para que ela não seja, mais uma vez, abandonada à sorte. [clique no título para ler a íntegra]

Vale Brumadinho

Técnica a seco é solução sustentável para mineração

As investigações sobre o rompimento da barragem de mineração da Vale em Brumadinho/MG, ocorrido em 25 de janeiro deste ano, deverão ser concluídas nos próximos dias. Após seis meses de investigações, ficou claro que a mineradora sabia dos riscos de a estrutura se romper e, mesmo assim, deixou de adotar as medidas necessárias para evitar a tragédia. Mais recentemente, as atenções e o medo voltaram-se para a barragem de Barão de Cocais, o que nos fez retomar este assunto como um alerta para que o modelo de mineração no Brasil seja repensado. Para Alex Bastos, que é professor de Geologia da Universidade Federal do Espírito Santo, uma alternativa mais segura a esse tipo de barragem é a armazenagem a seco de rejeitos minerais. Ele corrobora o posicionamento do diretor-presidente da Ourominas, Juarez Filho, que defende que a sustentabilidade deveria ser prioridade no setor de mineração e que uma das alternativas é o beneficiamento a seco. [clique no título para ler a íntegra]

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