O que é que há

61 milhões terminaram 2019 inadimplentes, número pouco menor que 2018

16/01 – Dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas e do SPC Brasil, 2020 começou no vermelho para 61 milhões de brasileiros. Esse é o número de pessoas que terminaram 2019 inadimplentes e com o CPF restrito para contratar crédito, o que representa uma queda de 0,2% na comparação anual. Caíram os débitos com o setor de telefonia, internet e TV por assinatura (-16,4%) e as dívidas bancárias (-1,9%), como cheque especial.

Salário-mínimo subirá de R$ 1.039 a R$ 1.045

14/01 – O presidente da República anunciou hoje que reajustará o salário mínimo dos atuais R$ 1.039 para R$ 1.045. O novo valor valerá a partir de 1º de fevereiro. A definição será enviada ao Congresso por meio de uma nova Medida Provisória. Pelos cálculos da equipe econômica, para cada R$ 1 de aumento, o impacto para os cofres públicos é de R$ 355 milhões. Portanto, o aumento de R$ 6 no valor do salário-mínimo terá um impacto de R$ 2,13 bilhões nas contas públicas, pois os benefícios da Previdência não podem ser menores que o salário mínimo.

Economistas refazem previsões para o final de 2020

13/01 – Em nova pesquisa realizada pelo Boletim Focus/Banco Central, economistas ouvidos reduziram suas projeções para a inflação e para o dólar ao final de 2020. Já as previsões para o PIB e para a taxa básica de juros foram mantidas. Desta forma, o resultado das perspectivas para este ano ficou assim: Inflação – 3,58%; PIB – 2,3%; Dólar – R$ 4,04; Taxa de juros – 4,5% ao ano.

Inflação de 2019 fechou em 4,31%

10/01 – A inflação oficial do país encerrou 2019 em 4,31%. Segundo o IBGE, os preços de alimentos e bebidas pesaram no bolso dos brasileiros. Os produtos que mais puxaram o índice foi a carne, que acumulou alta de 32,4% no período, e o feijão que ficou 55,99% mais caro. O resultado do IPCA ficou acima do centro da meta do governo, de 4,25%, mas dentro da margem de tolerância de 1,5 ponto percentual, ou seja, podendo variar entre 2,75% e 5,75%.

STF aceita pedido da AGU e determina redução dos valores do DPVAT

09/12 – A pedido da AGU, o presidente do STF Dias Toffoli, reviu a liminar concedida por ele próprio no dia 31 de dezembro, quando a redução de valores do seguro obrigatório foi suspensa. Com isso, o valor do DPVAT passa a ser de R$ 5,21 para carros de passeio e táxis e R$ 12,25 para motos, o que representa uma redução de 68% e 86%, respectivamente, em relação a 2019. A seguradora Líder informou restituirá o valor para quem já efetuou o pagamento.

Poupança tem saldo líquido de R$ 13,327 bilhões em 2019

07/01 – Dados do Banco Central mostram que, em 2019, a caderneta de poupança dos brasileiros registrou saldo líquido de R$ 13,327 bilhões. O montante é menor que os valores obtidos em 2018 (R$ 38,260 bilhões) e 2017 (R$ 17,127 bilhões), mas consolida o período de recuperação da caderneta, após os saques líquidos registrados nos anos de crise. Considerando o rendimento de R$ 2,534 bilhões, a poupança fechou 2019 com saldo total de R$ 845,465 bilhões. Em valores nominais (sem inflação), este é o maior saldo da história da poupança.

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