Análise Econômica, Política & Social
Bonde SP 50 anos

O bonde, de novo na pauta

Esta foto mostra o bonde da linha Vila Mariana-Santo Amaro, em São Paulo, que foi um dos últimos VLTs paulistanos aposentados há 50 anos; Marcos de Sousa, do Mobilize Brasil, diz que o país perdeu mais de 2 mil km de trilhos urbanos

Abimaq Marchesan

Abimaq prevê crescimento em 2018, apesar da recuperação fraca no primeiro bimestre

Para João Carlos Marchesan, presidente do conselho da entidade, a tendência para este ano é de um aumento entre 5% e 8% nas vendas do setor

Cogen Newton Duarte 2018

Solução urgente para o risco hidrológico

Neste artigo, Newton Duarte (foto), da Cogen, e Elizabeth Farina, da Unica, analisam o setor elétrico brasileiro e pedem avanços nas discussões sobre o novo marco regulatório

Antonio Correa de Lacerda

A expansão chinesa e o Brasil

Neste artigo, o economista Antonio Corrêa de Lacerda fala da importância da inserção externa brasileira, considerando o recente protagonismo dos investimentos chineses

IDC Leonardo

Após dois anos, mercado de smartphones cresceu em 2017

Para Leonardo Munin, analista de mercado da IDC, apesar da base comparativa fraca, não se pode desprezar o desempenho do ano passado, principalmente do primeiro semestre

Mackenzie Newton de Oliveira

Um Rio de paixão

O professor Newton de Oliveira, em artigo em que lembra o período da Quaresma, faz uma reflexão crítica da atual situação da segurança do Rio de Janeiro, destacando a intervenção militar federal, que, segundo ele, foi construída sem planejamento ao sabor de uma ação marqueteira que buscou mudar o foco das atenções da grave crise política e de credibilidade por que passa o governo central. Aliás, ele lembra que esta condição foi citada pelo próprio general Braga Neto, que foi nomeado interventor. O professor, que já foi subsecretário geral de Segurança do Rio, afirma que, passados trinta dias, a situação hoje está pior, citando como exemplo o assassinato brutal da vereadora Marielle Franco, que mostra que o poder paralelo ao Estado afronta a democracia e busca delimitar territórios. Ele conclui dizendo que os incontáveis sofrimentos que se transformam em dramas podem ter seu fim, buscando a produção da paz social, aplacando o velho pensamento da segurança pública e implantando o novo modo que deve se basear no planejamento, inteligência e repressão qualificada. Mas há de se ter vontade política para se fazê-lo. Sem isso, o martírio vai prosseguir e se aprofundar. [clique no título para ler a íntegra]

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