Análise Econômica, Política & Social
Antonio Correa de Lacerda

Equívocos que limitam nosso crescimento

Para o economista Antonio Corrêa de Lacerda, insistindo em incorrer em caminhos baseados em falsas premissas, o resultado para o Brasil será um mais do mesmo

IQA Moyses

Transformações exigem adaptação para sobrevivência da indústria

Neste artigo de Cláudio Moysés, diretor do Instituto da Qualidade Automotiva, afirma que a teoria evolutiva de Charles Darwin pode ser aplicada no mundo corporativo, em que a mutabilidade do ambiente e o acirramento da competição organizacional vão gerar uma nova "seleção", não mais "natural", mas onde sobrevivem as organizações mais adaptáveis e flexíveis. Segundo ele, as empresas precisam, hoje, oferecer um ambiente inteligente e adaptável, no qual a qualidade deve depender da eficácia com que os profissionais podem descobrir e agregar novas fontes de dados, a exemplo de conhecimentos sobre eles próprios, produtos e organizações. Neste contexto, Moysés conclui que aprendizado contínuo é o caminho para profissionais da qualidade entenderem como as decisões afetam a saúde e o bem-estar da sociedade em geral, como pessoas e comunidades. [clique no título para ler a íntegra]

Abicalçados Haroldo Ferreira

Crescem exportações de calçados para os Estados Unidos

Para Haroldo Ferreira, presidente-executivo da Abicalçados, o resultado é previsível, especialmente em função da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China

Sindipeças peças

Faturamento do setor de autopeças cresce 7,9% nos primeiros oito meses do ano

Dados do Sindipeças mostram, também, que as vendas das indústrias para as montadoras até o mês de agosto cresceram 11%

cni-robson-2017-1

Reforma da Previdência equilibrará as contas públicas

Para Robson Andrade, presidente da CNI, a aprovação das mudanças nas regras de aposentadoria abre espaço para avanços na agenda da produtividade, que inclui revisão tributária e privatizações

Fernando Cabral

Dólar em alta, empresas baratas?

Neste artigo, o bacharel em Administração de Empresas, Fernando Cabral, afirma que, com a deterioração do real, estrangeiros desfrutam de bens e insumos com baixo preço em nosso país, e pergunta: “podemos dizer o mesmo para os investidores estrangeiros que desejam fazer fusões e aquisições cross-border no Brasil”? Neste contexto, ele observa, ao analisar a correlação da série histórica do valor real das companhias das empresas listadas na B3 (Bolsa de Valores de SP) e o dólar no período de cinco anos (2014-2019), que não há evidências da influência da valorização do dólar no valor real das organizações, mesmo se for levada em consideração a representação de 45% dos estrangeiros na bolsa. Cabral conclui que o câmbio favorável ao adquirente internacional pode ser um estimulante adicional, mas não é necessariamente criador de valor, destacando que, mesmo com o câmbio favorável para estrangeiros, a falta de previsibilidade minou qualquer possibilidade de investimentos internos e externos. [clique no título para ler a íntegra]

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