Análise Econômica, Política & Social
Uninter Alexsandro Ribeiro

Nem leu e já tem opinião formada sobre o assunto

De uns tempos para cá, as redes sociais se tornaram o paraíso das opiniões. Todo mundo escreve seus pensamentos, carregados de achismos, como se fossem definitivos. E pior: tem muita gente que curte e compartilha. Neste artigo, o professor Alexsandro Ribeiro, da Uninter, diz que tem muita gente formando opinião e debatendo na superficialidade da manchete de uma reportagem. Ele destaca que, o mais curioso é que, ao compartilhar, alguns até comentam criticando ou reafirmando a matéria. “Justamente em um momento de análise e de recebimento de dados, o internauta inverte o processo e faz com que a emissão de opinião se sobreponha à etapa de leitura e de reflexão da informação”, avalia. Ribeiro conclui mostrando que tem muita gente caindo neste buraco, puxando muitos outros. “Em certas matérias, mais de 90% passou para a frente um texto que não leu”, afirma o professor. [clique no título para ler a íntegra]

Antonio Correa de Lacerda2019

O papel estratégico do Brics

A reunião de cúpula do bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, que se realiza de hoje (13) até amanhã, em Brasília, é uma importante oportunidade para os países-membros avançarem na agenda de integração e formulação de estratégias de interesses comuns. A afirmação é do economista Antonio Corrêa de Lacerda, diretor da FEA-PUCSP, que destaca que o mundo vive um panorama de ampla liquidez, de juros baixos, mas também de crescimento reduzido, e que o quadro que se seguiu à crise financeira internacional de 2008 ainda não foi solucionado. Lacerda mostra neste artigo que a nova dimensão geopolítica-econômica, a partir da globalização financeira que se intensificou a partir das últimas duas décadas do século passado, exigiu uma nova formatação na governança global, determinando que a supremacia do G-7 fosse ampliada para o G-20, incorporando novos países, inclusive os Brics. [clique no título para ler a íntegra]

CNI Robson3

Programa Verde Amarelo pode ajudar o país a enfrentar desemprego, diz presidente da CNI

Porém, Robson Andrade ressalva que reformas estruturais são fundamentais para retomada do crescimento e para uma maior abertura de vagas

Mitsubishi Fabiano Lourenço2

A próxima década da indústria brasileira

O último trimestre do ano geralmente é o período para as avaliações de desempenho e planos para o futuro. Tempo de tentar projetar o que virá nos próximos ciclos, o que nunca é tarefa fácil. No mundo corporativo, instituições renomadas e especialistas são responsáveis por fornecer alguma ideia do ambiente que deve ser encontrado nos próximos anos. Neste aspecto, o Brasil reserva muitas surpresas e, frequentemente, desafia até mesmo as mentes mais brilhantes a entender onde o país estará daqui dez anos. A avaliação é Fabiano Lourenço, vice-presidente da Mitsubishi Electric do Brasil, ao tratar neste artigo das perspectivas das empresas e os investimentos que devem ser realizados no país. Ele conclui que, ainda que o efeito prático das estratégias possa ser sentido daqui a algum tempo, é necessário investir desde já. Afinal, o Brasil necessita de confiança e para saber os resultados, é necessário começar a agir agora e com o pensamento voltado para os próximos 10 anos. [clique no título para ler a íntegra]

Abimaq Marchesan3

Fatores para impulsionar o crescimento

Neste artigo, João Carlos Marchesan, presidente da Abimaq, destaca o que é preciso para que melhorem as condições de financiamento para as empresas brasileiras

Infraestrutura Brasil

Investimentos em infraestrutura devem crescer neste ano, aponta Abdib

Considerado vital para a recuperação econômica do país, os aportes no setor de infraestrutura deverão atingir 1,86% do PIB neste ano, índice pouco superior aos 1,81% do ano passado. A perspetiva é da Abdib, com base em dados apurados junto a empresas, órgãos públicos e agentes setoriais envolvidos com os investimentos no setor. O levantamento nos setores de transportes, energia elétrica, telecomunicações e saneamento básico destaca que a situação de estagnação com a qual o Brasil convive nos últimos quatro anos (depois de uma queda acentuada entre 2014-2016) é fruto de uma redução tanto dos setores públicos quanto privados. No setor público, a crise fiscal no governo federal e também nos estados e municípios impactou substantivamente os investimentos. Considerando o período 2014-2018, os investimentos privados cresceram nas áreas de energia elétrica (5,4%) e saneamento (15,6%), com tendência de crescimento neste ano. Para o presidente da Abdib, Venilton Tadini, o reflexo da estagnação do investimento total em patamares tão baixos tende a ser a deterioração das redes já construídas. [clique no título para ler a íntegra]

1 2 3 97
NewsLetter

Cadastre-se e receba nossas notícias por e-mail.