O desperdício de dinheiro público com obras paradas

Estudo da CNI - Confederação Nacional da Indústria -, a ser entregue aos candidatos à Presidência, apresenta um diagnóstico detalhado dos prejuízos causados pelas interrupções de empreendimentos que receberam investimentos de R$ 10,7 bilhões, sendo a maior parte da área de saneamento básico. O estudo aponta 2.796 obras paralisadas no país, sendo 517 do setor de infraestrutura. No saneamento são 447 empreendimentos interrompidos durante a execução. Segundo a entidade, um dos fatores determinantes foi a crise econômica que gerou a contenção de gastos e levou o governo federal a promover as paralisações. Outro obstáculo importante ao desenvolvimento da infraestrutura nacional tem sido a difícil interação entre os gestores públicos, responsáveis por fazer os projetos virarem realidade e os órgãos de controle. Para o diretor de Políticas e Estratégia da CNI, José Augusto Fernandes, a paralisação das obras nunca é a melhor solução por representar perdas duplas para a sociedade – recursos públicos desperdiçados e empreendimentos não entregues para o uso da população. Ele diz que, por mais urgente que seja encontrar soluções para as obras paradas, é preciso atenção para que não sejam repetidos os mesmos erros no futuro. [clique no título para ler a íntegra]

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