Competitividade do país depende da sua capacidade de inovar

Em proposta entregue aos candidatos à Presidência da República, a CNI - Confederação Nacional da Indústria - defende medidas para melhorar a eficiência dos investimentos e a governança da inovação no país. Para isso, diz a entidade, o país precisa melhorar ampliar e melhorar a efetividade de seus investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação, aprimorar o marco legal e organizar a governança da inovação no país. Segundo Gianna Sagazio, diretora de Inovação da CNI, diversos países adotam políticas de ciência, tecnologia e inovação de apoio ao desenvolvimento e à assimilação de tecnologias, porém, no Brasil, estes mecanismos não se mostram capazes de alavancar os resultados desejados. Ela avalia que, numa comparação com países que são referência em inovação, como Coreia, Japão, Alemanha e Estados Unidos, “estamos muito atrás”. Gianna destaca que 84% das atividades de P&D internas foram realizadas com recursos próprios. Neste contexto, a CNI defende, além do aumento dos recursos federais, a modificação da forma de alocação dos dispêndios, com foco na efetividade das políticas públicas, na dinamização dos negócios e na definição de áreas estratégicas. [clique no título para ler a íntegra]

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