Contrabando financia a corrupção e a criminalidade

Para o presidente executivo do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial, Edson Vismona, é errado pensar que o comércio ilícito é inofensivo. Ele afirma que o contrabando é um financiamento explícito para a corrupção, para a criminalidade, porque vai para as organizações criminosas que se financiam com esse comércio. Para esta conclusão, ele se baseou nos últimos dados da Receita Federal que indicam que, apenas em 2018, foi apreendido o equivalente a R$ 3,2 bilhões em mercadorias contrabandeadas, incluindo cigarros, brinquedos, eletrônicos, informática, perfumes, vestuário, medicamentos, entre outros produtos. No caso dos cigarros, que encabeçam a lista, Vismona destaca que as diferenças na taxação da indústria do tabaco no Brasil em relação a países vizinhos, como o Paraguai, por exemplo, prejudicam o comércio regular e tornam o contrabando um negócio muito lucrativo. Outros produtos que complementam a lista da ilegalidade mostram que se a fiscalização não atuar com mais rigor, especialmente na fronteira seca, a tendência é que a situação fique pior. [clique no título para ler a íntegra]

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