Ano de eleição pode trazer retrocessos ao Brasil

Um presidente fraco, sem reconhecimento popular e que alterna decisões positivas e negativas - com destaque para a desastrada indicação da nova ministra do Trabalho -, sem dúvida está promovendo uma grande desconfiança e receio de possíveis investidores internos e externos no Brasil. Apesar de todo o esforço da área econômica de demonstrar um quadro de crescimento e o possível afastamento da crise, os investidores precisam muito mais do que isso. A recente decisão da S&P, de reduzir a taxa de confiança no país para BB-, veio para confirmar o grau de preocupação dos investidores. Neste contexto, o Congresso Nacional não tem ajudado o país a criar um ambiente favorável aos investimentos. Pelo contrário, alimentam o clima de insegurança e afastam possíveis interessados. Há também um ingrediente que certamente vai complicar mais ainda este cenário de profundas incertezas: daqui nove meses teremos eleições no país. Os detentores do poder têm feito tanta coisa errada que não se deram conta de que estão despertando o interesse da população em torno de ideias que podem levar o país ao retrocesso. Diferente disso, o Brasil precisa agora de pessoas arejadas, com ideais verdadeiros que levem o país ao desenvolvimento sustentado, voltados aos interesses de seu povo, com prioridade à educação, saúde, trabalho, moradia e, acima de tudo, dignidade. [clique no título para ler a íntegra]

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