Geração distribuída: opção sólida para matriz energética brasileira

A matriz energética brasileira é sustentada basicamente pela geração hidrelétrica. Entre as vantagens dessa fonte estão o melhor custo, a baixa emissão de poluentes e o fato de ser renovável. Dados do governo apontam que, até 2030, essa modalidade de geração deverá cair - por insuficiência do potencial - para próximo de 65%. Ou seja, o páis tem que incentivar cada vez mais, e de maneira urgente, a remodelação de sua matriz energética, de forma a dependermos cada vez menos da água dos rios para a geração de energia. Dentre as alternativas a que mais têm atraído a atenção dos investidores e consumidores é a solar fotovoltaica, pois oferece a possibilidade das pessoas gerarem sua própria energia, denominada microgeração distribuída. A consultoria Boston Consulting Group lançou o estudo Geração de Energia Solar Descentralizada - Cenários e implicações para o setor no Brasil que aborda o potencial disruptivo da energia solar distribuída, apresentando motivos para adoção do modelo e projeções para o crescimento do segmento. O estudo aponta que a geração distribuída já é uma realidade no Brasil, e deve apresentar um alto crescimento nos próximos anos, devido à irradiação solar e dos incentivos econômicos (explícitos ou não) para usuários adotarem essa solução. [clique no título para ler a íntegra]

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